Festivais

Essa imagem foi feita em um vídeo em 2017, no Festival UFRJMar, no atual momento um episódio recente da história do GEM, vemos pessoas atentas assistindo o conteúdo, alunos do Colégio CEMBRA de Paraty, que talvez não compreendam a universidade e para eles esse nome não signifique muita coisa. Nesse momento, estavam discutindo memória, como no ano seguinte, também discutiram. Em outra sala, no mesmo lugar, existia outro grupo, também bolsistas do GEM, falando sobre Édipo para as crianças de colégios públicos de Paraty

que muito possivelmente só conhecem essa tragédia de longe. Em outra sala, no mesmo lugar, existia outro grupo, também bolsistas do GEM, falando sobre Édipo para as crianças, também de colégios públicos de Paraty, que muito possivelmente só conhecem a história de longe. No fim dos três dias, várias crianças e adolescentes saíram com a consciência de coisas das quais ela não compreendia quando entrou. A fagulha do conhecimento acendeu de forma diferente. Essa não foi a primeira vez, essa também não foi a última. Durante quinze anos (até a data atual), o Grupo de Educação Multimídia, veio participando de festivais, dentro e fora da cidade do Rio de Janeiro. Cabo Frio, Búzios, Paraty, Itaipu, em tantos lugares que contar se torna irrelevante. Festival do Sol e do Mar, Desafio Solar, Festival UFRJmar, SNCT, entre tantos outros, que esse é apenas um fragmento de toda a história dos festivais.
Esses eventos promovem a relação entre faculdade e a sociedade, que servem como contrapartida e para complementar o tripé essencial entre de ensino pesquisa e extensão, tentando abrandar parte das mazelas criadas por uma sociedade desigual. 

Os festivais são parte vital do retorno para a sociedade e material de investigação para as necessidades do GEM como um grupo de Extensão, que pesquisa na própria extensão. O conhecimento preso dentro das paredes da universidade pouco muda e também pouco desenvolve, compreendendo e ensinando através do trabalho como princípios educativo o GEM constrói esse pavimenta seu caminhos para uma nova maneira de pensar mais justa, de troca entre todas as partes, não se excluindo do processo de aprendizado, mas se inserindo, como a parte que tem a ensinar, mas como parte que tem a aprender..

Durante esses 15 anos, foi buscado sanar as dificuldades, baseado no que era necessário, avaliado e o resultado disso, que não é estático, é continuo, foram metodologias participativas de ensino e aprendizado, não só para a sociedade, mas para nós mesmo durante esses 15 anos, os diversos nós que passaram por esse grupo e os futuros nós que vão passar.

O que são os festivais? São o momento que procuramos entender o que vai além do dado estatístico e frio e ter a visão do que é concreto e necessário do processo e do trabalho. É nos festivais onde nos encontramos com os outros projetos, com outros indivíduos com outras práticas, é onde conhecemos e trocamos experiências, é onde criamos laços e forjamos parcerias.

Nos festivais é onde renovamos nossos métodos, testamos as possibilidades e ajustamos os pontos onde são necessários ajustes. Desde de quando nos preparamos até a volta, onde avaliamos nossos resultados, fazemos a autocritica e mudamos o que for necessário.
               

ENDEREÇO:

Espaço Cultural João Cabral de Melo Neto

Faculdade de Letras da UFRJ
Av. Horácio de Macedo, 2151
Cidade Universitária - CEP 21941-917
Rio de Janeiro - RJ

CONTATO: 

gem@letras.ufrj.br

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